a flor do sol é simbólica e representa sucesso e felicidade. além da beleza e imponência, do girassol tudo é aproveitado: flor, semente e ramos. é exótica e nunca olha pra trás, exibindo uma intrigante rotação, sempre voltada para o sol.
Junho 2011
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publicado por mariliaburegio às 06:03
08
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As necessidades basais diárias de um adulto normal correspondem a 2000 e 2500 ml em 24 hrs. A água obtida por ingestão (1300 a 2400 ml) e produção endógena (125 a 200 ml) coíbe as perdas urinárias (800 a 1500 ml); fezes (200 a 250 ml); pele (375 a 600 ml) e pulmão (125 a 200 ml).

Soluções salinas e glicosiladas

As necessidades volêmicas e eletrolíticas são perfeitamente cobertas pelas soluções salinas e, em parte, pelas glicosiladas.

As necessidades calóricas basais do operado são cobertas em parte pela resposta orgânico-humoral inicial, induzida pelo jejum e pelo trauma cirúrgico. A oferta parenteral de glicose é, portanto, importante complementação para evitar o consumo excessivo de glicogênio (hepático e muscular) e da proteína muscular. O desejável seria o fornecimento do total de calorias básicas (2000 a 2500) por via parenteral, para coibir o consumo dos depósitos. Isto, porém, não é exeqüível porque, de acordo com estudos de Gamble, está provado que mesmo ofertas além das 400 calorias, por meio de solução de glicose, não conseguem reverter o consumo muscular e cetose. Ademais, quantidades maiores de glicose venosa levam a uma diurese osmótica muito grande sem aproveitamento da água ministrada. Por isso todo o paciente operado deve receber sempre só a cota de 400 calorias diárias por via parenteral, que é mais bem ministrada por meio de 2000 ml de soro glicosado a 5% (100g de glicose), pois a glicose vem com a água para cobertura da necessidade hídrica basal.

Volume de reposição

Os volumes a serem ministrados variam segundo o peso do pcte, seu estado prévio, o porte e a duração da cirurgia, as perdas ocorridas e o volume já aplicado durante a cirurgia. Na maioria das vezes, tem-se o hábito de realizar reposições acima dos volumes das perdas, consideradas reposições generosas. No primeiro dia pós-operatório (pós-operatório imediato) devemos infundir de 50 a 60 ml/kg/dia, sendo metade solução salina, SF 0,9%, e metade com glicosada 5% (1:1). Um adulto de 70 kg recebe cerca de 3500 a 4200 ml de reposição total nas 24 hrs (2000 ml de SF e 2000 ml de SG 5%).

A velocidade média de gotejamento para adultos deve ser cerca de 50 a 60 gotas/min. Ela é aumentada ou reduzida de acordo com os sinais vitais do paciente.

Embora pareça exagerado, esse volume, além da simples cobertura hidreletrolítica, arrefece os estímulos sobre os baro, quimio e osmorreceptores, para que não se perpetue ou intensifique a resposta endócrina com todos os efeitos indesejáveis. Ao oferecermos muito volume e bastante sódio àqueles sensores, diminui bastante a liberação de catecolaminas, ADH, cortisol, angiotensina II, tromboxano, leucotrienos, etc.

Não existe risco de retenção de sódio ou sobrecarga pulmonar (edema intersticial) nas reposições generosas. Os desvios eletrolíticos são perfeitamente manejados pelos rins. Os pulmões por sua vez são capazes de suportar bem sobrecarga de volemia quando as células do endotélio estão competentes.

É lógico que esses volumes só se aplicam a pacientes previamente isentos de problemas cardiovasculares e renais. Os hipertensos já têm sódio nas paredes vasculares e os portadores de insuficiência renal crônica não tem condições de eliminar adequadamente os excessos administrados.

Na emergência, a reposição dita generosa não deve ser utilizada pelo desconhecimento das morbidades dos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos.

A preferência hidreletrolítica pelo SF tem por base o fato de o lactato não ser devidamente metabolizado quando o hepatócito está insuficiente por hepatopatia ou por sofrimento isquêmico de vasoconstricção mesentérica durante a cirurgia. Os diabéticos também podem ter sua lactacidose agravada pelo uso de grandes doses de lactato.

Texto: Clarissa Guedes Noronha ;D

publicado por mariliaburegio às 02:29
01
Mai
10

Os hematomas intracerebrais podem ser de 02 tipos:

  1. LOBARES (acometimento superficial (região cortical)
  2. PROFUNDOS (hematomas acometendo cápsulas/núcleos da base) - Hematoma do paciente hipertenso "aneurismas de charcot-bouchard"

Os profundos, na grande maioria das vezes, não têm indicação de drenagem, pois o acesso pode lesar tantas estruturas nobres que não há beneficio.
Os hematomas putaminais ainda podem ser drenados, mas os TALÂMICOS, nunca!
Alguns desses hematomas drenam espontaneamente para o sitema ventricular e a esses pacientes está reservado um prognóstico pior.

Já os lobares quase sempre são drenados e suas manifestações clínicas vão depender do lobo atingido (afasia e hemiparesia são os mais comuns), suas causas principais são: MAV, angiopatia amilóide e aneurismas rotos. Um valor de referência que se usa é entre 20ml-60ml hematomas menores que 20ml não necessitam de drenagem e os maiores que 60 tem um prognóstico muito ruim. Mas cada caso é um caso e se o paciente começar a apresentar uma piora rápida do estado neurológico a indicação é drenar TODOS, mesmo os grandes!
Pacientes com sinais de HIC também têm indicação de drenar. De maneira geral, a cirurgia não está indicada em pacientes alertas ( pontuação entre 13-15 na ECG) ou profundamente comatosos (pontuação entre 3-5). Além disso, raramente será indicada quanto o hematoma for menor de 3cm ou 30 cm³, aferidos pela tomografia computadorizada.


Lembrando que isso é pros Intracerebrais =D

publicado por mariliaburegio às 06:53
24
Abr
10

http://asaventurasdechurumela.blogspot.com/

 

escrito por uma grande amiga (e escritora!): fica a dica ;D

publicado por mariliaburegio às 18:54

PAF :)

 

publicado por mariliaburegio às 18:46
05
Abr
10

Paciente masculino, 56 anos, com história de emagrecimento, febre, astenia e hemoptise.

Já fez tratamento para tuberculose pulmonar duas vezes com resultados satisfatórios. Foram realizados exames de radiografia e tomografia computadorizada do tórax em seqüência. Também foram realizados exames laboratoriais de sangue, escarro e do material colhido em broncofibroscopia.


Diagnóstico

Micetoma pulmonar (fungus ball) e tuberculose pulmonar.

Evolução do caso

O paciente em questão foi submetido à ressecção cirúrgica do aspergiloma evoluindo satisfatoriamente no pós-operatório.

Comentário

Aspergiloma ou Micetoma é a colonização pelo Aspergillus fumigatus de cavidades pulmonares pré-existentes. Trata-se de uma infecção fungica crônica, que usualmente se manifesta por hemoptise e achados radiológicos.

O aspergiloma pode se desenvolver em cavidades pulmonares de qualquer etiologia, mas as mais comuns são as seqüelas de tuberculose pulmonar (cerca de 17% dos casos). Outras possíveis causas de cavidades pulmonares colonizadas pelo Aspergillus são sarcoidose, abcessos pulmonares, neoplasias, bolha enfisematosa, pneumatocele e broquiectasias. A cavidade pode ser revestida por um epitélio que em alguns casos pode apresentar focos de metaplasia.

As manifestações clínicas mais comuns são hemoptise e tosse produtiva. No entanto, podem ocorrer dispnéia, febre, perda de peso e baqueamento digital.

O diagnóstico pode ser confirmado pela TC de tórax, cultura ou identificação histológica das hifas do aspergillus no escarro, líquido de lavado broncoalveolar, ou punções aspirativas. Pode-se ainda dosar os níveis séricos de precipitina do aspergillus.

As cavidades possuem em média de 3 a 5cm de diâmetro, são geralmente solitárias e ocorrem nos lobos superiores.

O dignóstico diferencial inclui abcessos cavitários, neoplasias e hematomas

O tratamento é controverso e existe uma teoria de que a terapia anti-fúngica sistêmica, como por exemplo com anfotericina B, é geralmente ineficiente para o tratamento dos aspergilomas sendo a ressecção cirúrgica indicada em casos sintomáticos, como por exemplo nas hemoptises importantes.

 

FONTE: http://www.medstudents.com.br/diagnostico.asp?regid=20#

:)

publicado por mariliaburegio às 01:28
03
Abr
10

 

O presidente da Associação Médica Brasileira, José Luiz Gomes do Amaral, se manifestou, através de uma carta, contra os dizeres do presidente Lula culpando os médicos pelo caótico sistema de saúde nacional. Diversos jornais brasileiros relataram que o Presidente reclamou que os médicos não aceitam ou cobram caro para trabalhar no interior e nas periferias. Também teria criticado o CFM (Conselho Federal de Medicina), pedindo reconhecimento aos diplomas dos médicos formados em Cuba.

Sua crítica voltou-se também aos contrários à cobrança de novo tributo para aumentar os recursos ao setor de saúde.

Acontece que ninguém é contra o médico cubano: exige-se apenas que ele, como qualquer outro, se submeta ao exame de avaliação exigido para formados no exterior.

As palavras do Dr. José Luiz Gomes do Amaral

O que o presidente finge não saber é que o médico sozinho no interior ou em periferias é incapaz de promover saúde. Ele precisa de apoio para exercer a sua profissão, como laboratórios, equipamentos para exames, hospitais, enfim tudo o que não é prioridade ou é claramente insuficiente em seu Governo.
Lula também finge não saber que ninguém é contra o médico cubano: exige-se apenas que ele, como qualquer outro, se submeta ao exame de avaliação exigido para formados no exterior.

Quanto à CPMF, governar impondo novos impostos ao já fatigado povo brasileiro, Sr. Lula, é tão vulgar quanto dizer que é "fácil ser médico na avenida".
Sr. Lula, a Associação Médica Brasileira, em nome dos mais de 350 mil médicos brasileiros, sente-se ultrajada com suas declarações, visto inverídicas, por considerar que elas não condizem com cargo que V. Sa ocupa e por atingir a dignidade e honradez daqueles que, diariamente em hospitais ou consultórios, muitas vezes em condições precárias, lutam por manter a saúde do povo brasileiro.
Presidente Lula, o Sr. deve um pedido de desculpas à classe médica brasileira.
José Luiz Gomes do Amaral

Presidente da Associação Médica Brasileira

publicado por mariliaburegio às 17:35
01
Abr
10

publicado por mariliaburegio às 04:01
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